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segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Saiba Qual Protetor Solar Funciona de Verdade


Saiba qual protetor solar foi indicado como melhor do teste e escolha certa após a avaliação da PROTESTE.


Após a realização do teste com protetores solares a maior decepção em relação aos produtos foi sua reduzida proteção. Mas, antes de saber os resultados, entenda alguns conceitos. O valor do FPS informa o tempo a mais que você pode se expor ao sol, em comparação ao período que começaria a ter queimaduras caso não tivesse passado protetor.

Desta maneira, com o FPS 30, você vai demorar 30 vezes mais para se queimar do que se não tivesse aplicado o produto. Nesse período, estará protegido dos raios UVB (mais perigosos, queimam a pele e aumentam os riscos de lesões cancerígenas fatais). E ainda há o perigo que vem dos raios UVA, que causam escurecimento da pele, envelhecimento precoce e aparecimento ou piora do câncer.

O FPS diz respeito à proteção contra os raios UVB – os piores. E assim você vai à farmácia e compra um produto com fator 30, achando que estará bem protegido. Mas isso pode não acontecer se optar pelo Nivea Sun e Banana Boat: eles indicam FPS 30 no rótulo, mas, na verdade, têm somente 13 e 10 respectivamente.

O Boticário, Sundown, Avon, Coppertone e Red Apple também foram considerados ruins, por terem FPS abaixo do anunciado: 25, 26, 27, 27 e 27, respectivamente. Os mais bem avaliados nesse item foram o L'Oreal Solar Expertise e o La Roche-Posay Anthelios Hélioblock. Quanto aos infantis, pode confiar: todos informam o FPS correto. 

Já em relação à proteção UVA, Red Apple, para crianças, foi mal avaliado por apresentar uma proteção abaixo do esperado. O mesmo aconteceu com os protetores para adultos Cenoura&Bronze e Red Apple. 

Vimos, ainda, que Nivea Sun, Anthelios, Avon, Banana Boat (para adultos) e Sundown (adulto e infantil) não são eficazes no que se refere à fotoestabilidade. Quanto à resistência na água, porém, você pode ficar tranquilo: nenhum dos produtos sai facilmente.

Avon e Nivea se espalham muito bem na pele:
Ao aplicar o produto, Nivea Sun, Anthelios, Banana Boat (adultos) e Solar Expertise (adultos e crianças) são líquidos demais, não facilitando o uso por escorrerem muito quando se aperta o frasco. Entre os que se espalham mais rápido e são mais facilmente absorvidos pela pele, estão Avon e Nivea, além dos infantis Huggies, Sundown e Red Apple.

Alguns produtos dizem ser, ainda, hidratantes. Os únicos que realmente se saíram muito bem nisso foram Solar Expertise, para adultos, e Nivea Sun infantil. Já em relação a uma possível irritação da pele, apenas o infantil Solar Expertise se mostrou levemente irritante.   

Alerta sobre o Benzofenona-3:
A benzofenona-3 (benzophenone-3 ou oxibenzona) é um filtro químico, com potencial alergênico considerável. E há estudos verificando se pode causar outros danos à saúde. Encontramos benzofenona-3 em cinco protetores para adultos: Avon, Banana Boat, Cenoura&Bronze, Red Apple e Sundown.

Por via das dúvidas, nossa sugestão é que você prefira comprar os que não têm benzofenona. Nossas escolhas certas, por exemplo, não contêm essa substância.

Os produtos indicados como melhor do teste e escolha certa foram: Nivea Sun infantil e Solar Expertise, para adultos

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Teste do Apagão do Sinal de TV Analógico Deve Ser Feito em 2013

Governo Federal quer testar a reação da população ao fim do sinal analógico em algumas cidades pequenas já no próximo ano


O Ministério das Comunicações planeja iniciar os testes do desligamento do sinal analógico no Brasil a partir do próximo ano. A ideia é fazer um “apagão piloto”, que vai interromper as transmissões não digitais de televisão em algumas pequenas cidades ao longo de 2013, após a realização da Copa das Confederações.

A ideia é simular a desativação total do sinal analógico, inicialmente programada para 2016, mas que deve ter seu prazo flexibilizado (começar antes e terminar depois da data prevista). Ainda não foram definidos os locais, mas o teste visa também verificar o quanto a população brasileira está preparada (ou não) para tal procedimento.

Segundo o jornal Folha de S.Paulo, especialistas acreditam que em 2016 as redes de TV não estarão totalmente digitalizadas. Justamente por isso o Governo Federal tem a ideia de postergar o prazo em algumas regiões do país.


quarta-feira, 1 de junho de 2011

Sua Internet Está Lenta? Faça um Teste!


Descubra se a companhia telefônica não está lhe enganando...


O Brasil é um país que tem um número relativamente alto de usuários insatisfeitos com seu serviço de internet banda larga. Alguns motivos para isso são: quedas, downloads em baixa velocidade e falhas durante chamadas VoIP.
Claro que nem todas as operadoras oferecem serviços de baixa qualidade e muitas vezes nem há problema com a conexão. De um modo ou de outro, quem sempre tem de verificar se está recebendo o que pagou é o consumidor. Portanto, veja abaixo um pouco do que ocorre e como você pode solucionar tais problemas.

Velocidade falsa...
Antes de você pensar em fazer qualquer coisa, tenha em mente que ao contratar um serviço de internet banda larga, você já está sendo enganado. Por exemplo: se você contratou uma internet de “2 Mega”, não adianta se iludir e pensar que irá baixar arquivos da internet com a velocidade de 2MB (MegaBytes), pois o termo “Mega” que as operadoras utilizam faz referência a megabits (equivalente a um oitavo do MegaByte).
Portanto, para calcular a velocidade real de sua internet, basta você dividir o valor da sua conexão por oito, veja o exemplo abaixo.

A velocidade real é bem menor do que a prometida

Velocidade alternada
Ultimamente algumas operadoras têm utilizado o esquema de alternar a velocidade, ou seja, há velocidades diferentes para horários específicos. Esse truque é interessante — para as operadoras claro! — e só é aplicado em planos residenciais, visto que as empresas não contratam planos deste tipo.
Para que você enxergue melhor a situação, confira a imagem abaixo.

Velocidade alternada...

Downloads abaixo do esperado?
Os motivos para sua internet ficar lenta são vários, sendo que a culpa principal é da operadora. No entanto, se você é um usuário das redes P2P ou um adepto dos downloads via torrent, pode ter certeza que ao utilizar aplicativos com tais capacidades, sua internet perderá velocidade. O grande problema nas redes P2P é que seu computador envia e recebe dados simultaneamente, fator que deixa sua internet mais lenta. Em alguns casos é bom provável que ao abrir um aplicativo deste porte, a navegação em sites comuns seja quase impossível.
Já se você é um internauta comum, que gosta apenas de navegar pelos sites e costumeiramente baixar programas no Baixaki, tenha certeza que a utilização comum da internet não deve acarretar em problemas de velocidade.
Muitos computadores deixam a conexão mais lenta!

Em redes há vários computadores interligados e geralmente utilizando a mesma conexão de internet. Em casos como este, esteja ciente que a navegação na web sempre fica mais lenta, pois a velocidade total é dividida entre os vários PCs da rede.

E o Traffic Shapping?
Traffic o quê? Bem, se você ainda não conhece esse termo, talvez uma apresentação seja interessante. Este é o nome concebido a limitação que as operadoras vêm impondo nas conexões de internet banda larga para frear um pouco os downloads dos usuários. Portanto, se sua operadora utiliza tal recurso, pode saber que muitas das vezes que o YouTube está lento não é um problema no site.

Confira seu modem
Caso você possua conhecimentos mais avançados de internet e saiba como acessar seu modem, talvez seja interessante conferir se a velocidade indicada no modem é a mesma que você contratou. Deste modo, você evita testes inúteis e pode ir se preparando para reclamar com sua operadora telefônica.

Confira a velocidade

Testando a conexão
Antes de reclamar com sua operadora, você deve efetuar alguns testes, pois muitas vezes é comum se enganar pensando que a internet está lenta, quando na verdade você está desfrutando normalmente da velocidade oferecida. Você pode testar sua conexão através de sites e programas, confira abaixo os principais sites indicados para tais análises.

Sites

Você também pode efetuar testes na página da sua operadora (se ela possuir tal análise).

Programas
Caso você efetue os testes e veja que seu resultado está muito abaixo do indicado, talvez seja ideal você conferir com sua operadora se está tudo normal. Vale frisar que caso haja mais de um computador usando a mesma conexão, você deve desligar os outros computadores durante o teste, pois eles podem estar consumindo parte da velocidade.


segunda-feira, 16 de maio de 2011

Atenção Com os Esmalte

Antes de fazer as unhas, observe a composição dos produtos, pois algumas marcas podem provocar alergias e até câncer.


Se você está sentindo uma coceira na pele do pescoço ou em volta das pálpebras, com descamação e eritema, e costuma fazer as mãos, fique atenta: pode ser alérgica a esmalte para unhas. O produto, que desde o império egípcio faz dobradinha com as mulheres quando o assunto é vaidade, merece atenção especial quando o assunto é composição. Devido aos inúmeros casos de alergias ocasionadas pelo uso desse produto, avaliamos a segurança dos esmaltes mais vendidos no mercado brasileiro. Comparamos a qualidade dos mesmos, considerando a sua durabilidade, abrasividade, tempo de secagem e brilho. Entre as conclusões a que chegamos, destacamos três resultados: o melhor do teste (que também é 
uma das escolhas certas) é antialérgico, apesar de não divulgar em seu rótulo; uma das marcas que se diz antialérgica, na realidade, não é; e alguns dos produtos mais vendidos do país contêm ingredientes que podem provocar não apenas alergias, mas também câncer. 

Fórmulas com toluene em excesso 

Em geral, os esmaltes trazem vários componentes que podem ser prejudiciais à saúde. Por isso, medimos a concentração dos mais prováveis de serem encontrados nesse tipo de produto – e encontramos altas concentrações na maioria dos produtos testados. As substâncias analisadas – cujos nomes apresentamos da maneira como aparecem no rótulo dos esmaltes – foram dibutyl phtalate (banido em cosméticos, inclusive esmaltes, em toda a Europa), nitrotoluene, toluene e furfural (compostos comprovadamente cancerígenos). No caso do dibutyl phtalate e do nitrotoluene, não existem referências aos mesmos na legislação brasileira. 
Já toluene e furfural não possuem limites para uso em nossa legislação. Analisando pelas normas europeias, a quantidade máxima permitida de toluene é de 25% (250.000 mg/kg) e a de furfural, 360 mg/kg. Os únicos produtos brasileiros que poderiam ser comercializados nos países europeus são os da Colorama e os hipoalergênicos da Risqué. Os produtos da Impala (inclusive os da linha hipoalergênica) contêm dibutyl phtalate e toluene em concentrações muito altas e os produtos tradicionais da Risqué apresentam nitrotoluene e toluene em grandes quantidades. Por isso, esses produtos receberam uma avaliação ruim nesse item, o que prejudicou sua avaliação final. O que nos chamou a atenção foi que um esmalte hipoalergênico da Risqué é muito mais caro do que um produto Colorama, que tem as mesmas propriedades, mas custa a mesma coisa que um esmalte comum.

Rótulos informam, mas com letras miúdas

Todos os produtos apresentam as informações obrigatórias (lote, validade, contato do SAC, composição e alertas como “produto inflamável” e “manter forado alcance de crianças”), mas em um tamanho muito pequeno, o que dificulta a leitura. 
Alguns estabelecimentos vendem os produtos em uma embalagem com as informações em um tamanho de letra adequado, o que facilita a vida do consumidor. Mas muitas farmácias e drogarias (como as que visitamos) vendem os frascos sem essa embalagem, atrapalhando a leitura do rótulo. Apesar de o uso da embalagem externa ainda não ser um padrão, os rótulos 
foram bem avaliados.

Usuárias preferem tons mais claros

No teste em uso, uma manicure aplicou o produto nas voluntárias, que levaram vida normal durante quatro dias. Tiramos fotos no dia da aplicação e no quarto dia, quando as voluntárias retornaram ao laboratório. As fotos foram analisadas por um software que indicou a porcentagem de esmalte que saiu das unhas após o período. Nenhum esmalte se manteve intacto, e também observamos que a diferença entre as marcas na durabilidade não é signif icativa, variando apenas entre bom e aceitável. Os esmaltes mais duradouros tiveram 
perda entre 13% a 18%, e os demais, de 20% a 30%.
As mesmas voluntárias responderam a um questionário quanto ao brilho, à homogeneidade da cor, à cremosidade do esmalte, ao tempo de secagem e à satisfação geral com o produto. Os esmaltes que mais agradaram às voluntárias foram os de tonalidades mais claras, não havendo diferença entre as marcas. Assim, os mais apreciados foram Colorama Via Láctea, Impala Top Blanc e Risqué Renda Hipoalergênico.


http://www.proteste.org.br/mulher/esmalte-alguns-podem-provocar-alergia-e-cancer-s540401.htm

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Fique de Olho: Feijão Nem Tão Maravilha


O feijão-carioca é o mais consumido em todo o Brasil, representando 85% das vendas desse tipo de produto no mercado. Mas você precisa ficar atento: pode estar levando para casa um feijão com a qualidade menor do que a esperada. Embora a legislação que estabelece o regulamento técnico de feijões tenha sido revista em 2008, apertando o cerco para que os fabricantes sejam mais cuidadosos com a qualidade, não é isso o que vem acontecendo. Mais uma vez, os resultados de nosso teste com esse grão mostraram que ele tem problemas na classificação vegetal, assim como aconteceu com as análises de feijão-preto (PROTESTE, no 90, abr/10). Com isso, se o consumidor quiser pagar mais caro por um feijão tipo 1, crente que irá colocar na mesa um produto com mais qualidade, pode acabar comprando um feijão com problemas maiores nos grãos – o que o caracterizaria como tipo 2 ou 3, não tipo 1.

Quanto menor o número, melhor o tipo

Entenda essa classificação: o tipo do produto é definido de acordo com os defeitos dos grãos, havendo um limite de tolerância para esses defeitos, de acordo com as regras estabelecidas pelo Ministério da Agricultura. Os defeitos podem ser leves (grãos amassados, danificados, imaturos, partidos ou quebrados) ou graves (grãos ardidos, mofados, germinados ou carunchados). Quanto menos defeitos o feijão tiver, menor será o número a ele atribuído: o tipo 1, portanto, é o melhor de todos. Os tipos podem ser ainda 2 e 3. Há também o "fora de tipo", quando não pertence a tipo algum (em geral, tem mais defeitos que o tipo 3, mas não possui características que o desclassifique, como a presença de insetos). Assim como ocorre com os outros tipos, a classificação "fora de tipo" deve vir no rótulo. Ou seja, quem o comprar, não estará sendo enganado.Mas o problema maior é o feijão "desclassificado": quando tem mau estado de conservação ou traz substâncias nocivas ao homem. E, se houver a presença de sementes tóxicas (como a baga de mamona) ou de insetos vivos, o produto do tipo desclassificado não deve ser comercializado.

Há insetos vivos em alguns feijões

Os testes mostraram que, no caso dos feijões-cariocas, há muito gato sendo vendidopor lebre. O problema é que o tipo informado ao consumidor não é o que está sendo vendido realmente. Isso ocorreu em nove das 25 marcas testadas: Caldo Bom, Econ, Máximo, Biju, Granfino, Carreteiro, Chinezinho, Berger e Caldão. E, embora nossas análises tenham constatado que os grãos das marcas Combrasil e Feijão do João eram do tipo correto, eles deveriam ser do tipo "desclassificado", devido à presença de insetos vivos (os quais também foram encontrados nos feijões Berger e Caldão). Já o Chinezinho, que é um dos produtos mais caros, se vende como tipo 2, mas, no laboratório, constatamos que sua classificação deveria ser "fora de tipo" (em um dos lotes testados) ou tipo 3 (em outros dois lotes). Por esse motivo é que, na tabela, todos os produtos que apresentaram erro na classificação vegetal ficaram com "fraco" na avaliação da rotulagem.

Rótulos são muito incompletos

Os problemas nos rótulos dos feijões-cariocas não param por aí. As marcas Biju, Caldo Bom, Chinezinho, Pé Vermelho, Granfino e Guará não informam a data de embalagem dos produtos. O feijão Caldão não trouxe o número do Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC). Caldão, Caldo Bom, Kaldinho, Pé Vermelho e Guará não ensinam o modo de preparo do feijão. E a marca Guará também não informou a respeito da conservação do produto.
Vimos, ainda, que todas as marcas cozinharam o alimento no tempo correto. Isso é um ótimo sinal: indica que não está havendo mistura de duas safras em uma mesma embalagem. Se fosse assim, o feijão não teria ficado pronto uniformemente quando realizamos o nosso teste: cozinhamos durante 90 minutos, sem pressão. Ao final desse período, todos os grãos de cada marca testada estavam cozidos por igual.Também avaliamos a capacidade de expansão dos grãos de feijão-carioca, para podermos ter uma ideia do rendimento de cada marca. Quanto mais os grãos expandissem, maior seria o volume do feijão pronto. A marca que se saiu melhor nesse teste foi a Broto Legal, chegando a aumentar 184% mais do que o tamanho original do grão. O que menos expandiu foi o feijão Máximo (116%). De qualquer forma, no geral, a maioria das marcas mostrou ter uma boa expansão e, em consequência, um bom rendimento.

Alguns têm grãos menos macios

Outra análise importante foi verificar se as marcas testadas, após prontas, faziam grande diferença ao paladar. Dessa vez, o cozimento se deu em panela de pressão, por 30 minutos (esse tempo só não foi suficiente para duas marcas: Combrasil ficou pronta depois de 36 minutos e Chinezinho, 45). Após temperado, painelistas experimentaram cada marca. Na avaliação global do produto, o feijão Carreteiro foi o que menos agradou. Ele foi o menos aceito na avaliação da cor, consistência do caldo e maciez dos grãos. Praticamente junto a ele, Berger e Máximo também foram considerados "um pouco menos macios". Quanto à maciez dos grãos, Carrefour, Namorado, Fritz e Frida e Caldo Bom foram os que se saíram melhor. E os considerados mais saborosos foram Bom Preço, Granfino, Pantera, Máximo, Kaldinho e Kicaldo. Os que mais agradaram no geral foram Combrasil, Kicaldo e Caldo Bom, sobretudo em relação à cor e à consistência do caldo.Ao comprar o produto, observe que a maioria é vendida em embalagem de um quilo, outros somente na de 500 gramas. Já Biju, Carreteiro, Combrasil, Fritz e Frida e Namorado são encontrados em ambos os pesos. De qualquer forma, ao compararmos os preços médios por quilo, vemos que as embalagens de um quilo saem mais em conta. E atenção à economia que poderá fazer: o Chinezinho (à venda só em embalagens de 500 gramas e que teve o maior preço médio por quilo) pode chegar a custar mais que o dobro do que nossas escolhas certas, Carrefour e Pé Vermelho. E uma dica: como elas são muito regionalizadas, procure na tabela os produtos bem avaliados, veja qual deles é vendido em se Estado e opte pelo menor preço.

Para saber mais sobre este assunto e ver a tabela completa dos melhores no teste acesse: http://www.proteste.org.br/alimentos/20110324/feijeatilde-o-nem-teatilde-o-maravilha-Attach_s538291.pdf