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quinta-feira, 3 de maio de 2012

Incrível Como a Seca Deixou as Cataratas do Iguaçu



As Cataratas do Iguaçu que estão localizadas no Parque Nacional Iguazú na Argentina, e do Parque Nacional do Iguaçu, Estado do Paraná, Brasil. Perto da fronteira entre o Paraguai e a Argentina. Foram escolhidas como uma das sete maravilhas naturais do mundo. Mas se ficarem sem água, é possível que retirem essa distinção. Elas também são um Patrimônio Mundial da Humanidade, título fornecido pela Unesco

As Cataratas são formadas por 275 quedas de até 80 metros, dos quais 80% estão na área da Argentina, alimentadas pelo fluxo do rio Iguaçu. Sua maior queda e mais alta é conhecido como a Garganta do Diabo. Por esta queda passa a fronteira entre os dois países.Hoje, grande parte das Cataratas do Iguaçu, uma das 
principais atrações turísticas do Brasil, esta seca devido a falta prolongada de chuvas no estado do Paraná. Há 270 cachoeiras em uma área de 2,7 km.

De acordo com fontes no Parque Nacional do Iguaçu se registrou uma diminuição de água nas quedas de um total de 500 metros cúbicos por segundo, normalmente o fluxo é de 1.500 metros cúbicos. Muitas cachoeiras estão secas e têm exposto paredes rochosas e íngremes
.


Segundo relatos de Ciudad del Este, perto da Tríplice Fronteira e das cataratas, a falta de chuva nos três primeiros meses do ano foi um impressionante impacto visível, o que resultou em uma visão do maciço rochoso, em vez de cachoeiras. Durante várias semanas, você pode ver parte das paredes de pedra natural e também o acúmulo de lixo no fundo do leito do rio.A falta de chuvas tem diminuído o volume de água que cai sobre as quedas numa quantidade cinco vezes menor do que geralmente acontece sobre as cataratas. A chuva que caiu durante os primeiros três meses deste ano é a metade do que no mesmo período do ano passado. Observando a história de registros, em 2006, houve um fenômeno similar. Hoje, apenas um jato fino de água descendo a principal quebra Cataratas do Iguaçu.

sábado, 22 de janeiro de 2011

Última Contagem da Região Serrana do Rio


A região serrana do Rio já contabiliza 791 mortos, segundo dados mais recentes divulgados pela Secretaria de Estado de Saúde e da Defesa Civil.
O número de mortos por região se dividem em: 366 em Nova Friburgo, 317 em Teresópolis, 66 em Petrópolis e mais 22 em Sumidouro.

Já os desaparecidos são 430 pessoas, sendo que a maior parte é de moradores de Teresópolis, com 211.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, visitou Nova Friburgo na manhã deste sábado. Ele descartou quatro casos suspeitos de leptospirose que foram registrados na cidade e em Teresópolis.

A partir desta segunda-feira (24), equipes médicas e da Vigilância Sanitária devem fazer acompanhamentos diários nos abrigos --o Ministério da Saúde registrou pelo menos três casos de catapora nesses locais.
O objetivo é detectar doenças de via respiratória, de pele e casos de diarréia entre os desabrigados.

Para ajudar no auxílio às vítimas, o ministério também disse que devem ser escalados mais 22 profissionais --entre médicos, enfermeiros e psicólogos-- para o atendimento público.
O Ministério da Saúde informou que vai providenciar mais 22 profissionais entre médicos, enfermeiros e psicólogos para reforçar o atendimento de saúde mental nos postos e hospitais da região serrana. Desde a primeira semana da tragédia, seis equipes da área trabalham nas unidades.

Vacina antirrábica também serão aplicados nos animais domésticos a partir da semana que vem.

Os números até as 15:30 de 22 de Jan de 2011

4 cidades atingidas

791 mortos

6.050 desabrigados

7.780 desalojados


quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Prisioneiros das Águas.


A Defesa Civil colocou seis regiões da cidade de São Paulo em atenção e outras 11 em alerta para riscos de deslizamentos na tarde quarta-feira.

A medida é apenas preventiva, diz o órgão, baseado nas previsões de chuva para fortes ainda hoje, especialmente entre o final da tarde e a noite. Segundo a previsão do CGE (Centro de Gerenciamento de Emergência), podem ainda haver rajadas de vento, trovoadas e pontos de alagamento.

As regiões em estado de alerta são: São Mateus, Perus, Vila Prudente, Freguesia do Ó, Jaçana/ Tremembé e Casa verde.

Já em alerta estão: Aricanduva/ Formosa, Butantã, Campo Limpo, Cidade Ademar, Guaianases, Ipiranga, Itaquera, Jabaquara, M' Boi Mirim, Pirituba/ Jaraguá e Santana.
No temporal de ontem que atingiu a Grande São Paulo, fez com que o rio Tamanduateí transbordasse e deixou motoristas ilhados em Santo André. O helicóptero Águia, foi acionado no inicio da noite para resgatar pessoas na avenida dos Estados.

Desde o inicio da operação Verão da Defesa Civil Estadual as chuvas que começaram em dezembro já causaram 24 mortes e deixaram 23 pessoas feridas. Segundo o órgão são 4 cidades que já decretaram situação de emergência. São elas Atibaia, Franco da Rocha, Pracinha e Sumaré.

No total, 90 municípios já foram afetados pelas chuvas com isso muitos estragos. Até agora há mais 2.000 pessoas desabrigadas - dependem de abrigos públicos, e outras 9.712 desalojadas - estão em casas de amigos e parentes.

Mortes em São Paulo
19/012011
16:00



São Paulo
6

Mauá
6

São Jose dos Campos
5

Jundiaí
4

Embú
1

Tatuí
1

Limeira
1


A maioria das 17 mortes causadas por deslizamentos de terra.

Borel recebe sistema de alerta.

Rio - O Morro do Borel, na Tijuca, será a primeira comunidade do Rio a ganhar sistema de alerta contra enchentes, deslizamentos e inundações semelhante ao usado para avisar sobre terremotos em outras partes do mundo, como o Japão. Uma sirene vai tocar e emitir gravação, por um alto-falante, pedindo que os moradores esvaziem suas casas quando começar a chover forte na região. No prazo de três meses, outras 59 sirenes serão instaladas, o que significará cobertura de 80% dos moradores que residem hoje em áreas de alto risco.
“Se o alarme tocar, as pessoas têm que sair, abandonar as casas, os lugares de risco”, avisou o prefeito Eduardo Paes. A sirene vai ser acionada por agentes e líderes comunitários que passaram por treinamento especializado. Eles vão receber a informação de alerta por torpedos em celulares doados pela prefeitura. O alerta será enviado pela Defesa Civil, que terá sido comunicada por meteorologistas do Alerta Rio.
“Temos um histórico de estragos provocados pelas chuvas na comunidade. O que passamos em abril deixou as pessoas com medo, mas receptivas às orientações de ajuda”, contou o presidente da Associação do Morro do Borel, Roberto Ferreira, 29 anos. De acordo com o subsecretário municipal de Defesa Civil, coronel Sérgio Simões, a escolha do Borel como pioneiro no sistema aconteceu devido à grande quantidade de casas em área de risco: mil. “Na Rocinha, são 2,5 mil imóveis que estão nesta condição, mas precisamos fazer uma experiência numa comunidade com um número um pouco menor”, explicou ele.

Para colocar em prática o esquema de alarme, a prefeitura capacitou 2.175 pessoas. Todos são moradores de 117 comunidades com áreas com risco de desmoronamento de casas, no caso de chuvas fortes. Eles receberam um celular, uma cartilha e um mapa do bairro que mostra pontos suscetíveis a deslizamento.

Desenvolvido pela IBM, o sistema vai prever chuvas com até 48 horas de antecedência e com 80% de acerto.

Ponto de Vista Eletrônico

Uma das ferramentas que auxiliam a precisão do trabalho, que chega a 80% de acerto, é um radar meteorológico americano, que foi instalado no mês passado no Morro do Sumaré. Em alguns casos, o equipamento chega a informar três horas antes que irá cair um temporal na cidade.

O radar consegue atravessar as nuvens, medindo velocidade e direção das chuvas, num raio de 250 quilômetros, ultrapassando os limites da capital.

Os moradores das comunidades que vão ganhar sirenes terão um outro aliado: medidores pluviométricos. Ao lado de cada alto-falante instalado, será colocada uma cabine com o equipamento. Através dele, será possível acompanhar o nível das chuvas que está caindo no local.

Até junho, entra em funcionamento o programa Previsão de Meteorologia de Alta Resolução (PMAR).