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sábado, 7 de janeiro de 2012

Óculos de Sol Corretos Previnem Doenças


Usar óculos escuros que não tenham proteção contra raio ultravioleta é pior do que estar sem eles.

A exposição aos raios do sol sem proteção pode deixar marcas não só na pele, mas também nos olhos. Mas atenção, usar óculos escuros que não tenham proteção contra raio ultravioleta é pior do que não usar nada para proteger os olhos sob o sol. Os óculos sem o filtro só facilitam a ação dos raios solares. No escuro, as pupilas dilatam, facilitando a entrada de radiação.

Os óculos que só escurecem não protegem, colocando os olhos em maior risco. Não deixe seus olhos sofrerem os efeitos nocivos do sol atrás de óculos escuros de má qualidade. Não compre em camelôs.

Exagerar no sol pode causar problemas
O abuso do sol pode ser uma das causas de doenças oculares como a catarata e tumores nas pálpebras e na retina, causadoras de cegueira. Conheça outros problemas que podem ser causados pela exposição por um tempo maior que o recomendado:
  • Cansaço do franzir sem cessar os olhos;
  • Queima da córnea e desenvolvimento de inflamações;
  • Aceleração de uma catarata. Pessoas com intensa exposição ao sol sem proteção têm 60% mais chance de ter a doença.
  • Risco de se perder a visão mais rapidamente a partir dos 60 anos.
O sol também pode acelerar as possíveis causas da presbiopia, a popular “vista cansada”, que afeta todas as pessoas geralmente a partir dos 40 anos de idade.

Como escolher seus óculos de sol
Para garantir que os óculos tenham a proteção garantida no selo em relação à proteção contra os raios UVA e UVB, e evitar as falsificações, é recomendável recorrer a boas óticas e boas marcas.
O olho humano possui mecanismos de defesa naturais que são inibidos pela escuridão proporcionada pelas lentes. A pupila, que automaticamente se fecharia diante da luminosidade, mantém-se dilatada quando se utiliza lente escura.
Para evitar problemas, desde cedo é preciso proteger os olhos do sol:
  • Escolha óculos que assentem bem em seu rosto, de forma a não permitir a passagem de luz pela lateral das lentes.
  • Lentes espelhadas são eficientes, mas não são melhores que as demais.
  • O material das lentes não necessariamente influencia sua eficácia. A escolha entre resina ou cristal deve estar relacionada ao peso dos óculos (cristal pesa mais) e a resistência das lentes (resina arranha mais facilmente).
  • Para as crianças, opte sempre pelas lentes de resina, que não quebram.
Na hora da compra, fixe os olhos em um ponto e passe os óculos pela frente. Se houver distorção na imagem, não compre.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Capture o Spyware Antes Que o Apanhe Primeiro

Introdução
Alguma vez clicou numa publicidade interessante ou numa hiperligação enquanto navegava na Internet e o sua tela ficou cheia de janelas pop-up, ou o seu browser o enviou de repente para uma enorme quantidade de sites desagradáveis? Ou, alguma vez instalou um programa de transferência gratuita e reparou que o seu computador de repente ficou lento, por um programa estar seguindo os seus movimentos online, sem o seu conhecimento? 

Bem-vindo ao mundo enganador do spyware e do adware. Estes programas são mais do que irritantes. Também podem representar riscos de segurança para os utilizadores comuns da Internet, tal como você.
Spyware e adware
O Spyware geralmente entra no seu computador sem o seu conhecimento ou a sua permissão. Ele é executado em segundo plano, recolhendo informações ou monitorizando as suas atividades. Muitos spywares recolhem informações relacionadas com o seu computador e o modo como o usa. Por exemplo, podem monitorizar os seus hábitos de navegação na Web. No entanto, sabe-se que as formas mais sofisticadas de spyware capturam e transmitem informações altamente confidenciais aos ladrões de identidade, desde as suas senhas e nomes de utilizador dos Web sites até os seus números de cartão de crédito ou cópias das suas mensagens instantâneas.
O adware é ligeiramente diferente do spyware – a intenção é principalmente a de publicitar conteúdos no seu computador. Utiliza com frequência janelas pop-up, anúncios em flash, programas de adware e hiperligações para outros sites. Muitos desses anúncios aliciam para produtos legítimos. Alguns programas de adware monitorizam as suas actividades de navegação e depois usam essas informações para fornecer conteúdo publicitário mais direcionado. Algumas pessoas não se importam, mas outras consideram esta prática uma invasão da privacidade.
A questão de maior importância é: Quer este programa no seu computador? Se compromete a privacidade e a segurança, tal como as idealiza (ou, no mínimo, torna-se num transtorno), então entra claramente na categoria de software não desejado. E isso significa que precisa de saber como lidar com isso.
Como remover spyware e adware
Quer representem riscos de segurança ou problemas de desempenho, é óbvio que alguns tipos de spyware são mais do que um transtorno. Por exemplo, o spyware e o adware, quando funcionam ativamente em segundo plano, conseguem dominar os recursos do seu computador, por vezes, deitando todo o seu sistema abaixo. Uma máquina lenta é irritante para qualquer pessoa, mas é especialmente difícil para os utilizadores profissionais.
Muitas vezes, esses programas são instalados juntamente com outros programas que são carregados. É claro que, provavelmente, há algum tipo de aviso nos contratos de licença do software. No entanto, estes contratos tendem a ser bastante longos e a maioria de nós não os lê na totalidade. Num cenário típico, o spyware e o adware são agregados aos produtos freeware que transfere da Internet. Apesar de alguns verem isto como uma troca justa – você obtém software gratuito e o criador do software pode observar os seus hábitos – outros acham isso enganador e invasivo.
Entretanto, muitos softwares não desejados conseguem entrar no seu computador enquanto navega na Web. Em muitos casos, fazem com que inicie uma transferência ao clicar numa janela pop-up ou numa caixa de diálogo falsa. Alguns pop-up contêm uma mensagem "urgente" ou aliciante. Podem oferecer um presente gratuito ou afirmar que tem de transferir software para poder ver uma página Web. Geralmente, a janela apresenta o que parece ser uma escolha do tipo "sim" ou "não". Na realidade, se clicar na janela, irá transferir spyware ou adware para o seu computador, por isso certifique-se de que não faz nada mais do simplesmente fechar a janela.
Como evitar spyware e adware
Muitos dos software não desejados acabam por ir parar no seu computador, em parte por causa de algo que fez ou que não fez. Saiba como evitar o spyware e o adware não desejado:
  • Seja selectivo com aquilo que transfere para o seu computador. Certifique-se de que realmente precisa de um programa antes de o transferir. Se nunca ouviu falar do criador do software, leia com atenção a página Web para saber mais sobre as pessoas por detrás da tecnologia e também sobre a própria tecnologia. Tenha cuidado também com o ActiveX, uma ferramenta comum para instalação de spyware sem o seu conhecimento ou consentimento. Pode desactivar o ActiveX através das preferências do seu browser e pode sempre voltar a activá-lo caso um site de confiança assim o exija.
  • Leia os contratos de licenças. Pode parecer desencorajador ler estes contratos, mas para jogar pelo seguro, não siga até ao fundo da página e clique automaticamente no botão "Aceito" quando instalar o freeware. Em vez disso, leia com atenção qualquer contrato e procure termos referentes a qualquer actividade de recolha de informações, o que poderia significar que o spyware ou adware seriam instalados juntamente com o seu freeware.
  • Esteja atento a fraudes anti-spyware. A Web está cheia de ferramentas "anti-spyware" que pouco ou nada fazem para impedir o spyware. Algumas até pioram a situação. Os fornecedores destas ferramentas geralmente oferecem análises gratuitas que, quase invariavelmente, identificam centenas de programas de spyware no seu computador. Depois, pedem imediatamente que compre o seu produto falso.
  • Tenha cuidado com os anúncios em que lhe pedem para clicar. Tente evitar programas – especialmente freeware – que apresentam anúncios em que lhe pedem para clicar. Estes anúncios deveriam ser uma bandeira vermelha. Se clicar nesses anúncios, é possível que alguém esteja a ver como é que reage aos anúncios.
Conclusão
Infelizmente, o spyware e o adware não vão desaparecer tão cedo. Mas pode assumir o controle, decidindo o que entra, o que fica de fora e o que permanece no seu computador.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

7 Maneiras De Ser Hackeado Facilmente

De vírus às lan houses, conheça as formas mais simples de ter o PC invadido.


Nunca a segurança na internet foi tão discutida: o número de golpes em busca de seus dados virtuais aumentou consideravelmente, os vírus estão espalhados em cada canto da rede e nem seu computador pessoal pode ser um local seguro.
E o melhor jeito de combater essas ameaças é conhecendo o inimigo – no caso, as maneiras e possibilidades de ter seu computador invadido ou bagunçado por hackers. O site Technology Review listou sete deles, além de dar algumas dicas sobre como (tentar) ficar seguro na web. A maioria dos itens não chega a ser uma novidade, mas nunca é demais relembram e prevenir o internauta.

Infecção via malware

Essa aqui é óbvia, mas é extremamente comum: vírus em geral, rootkits, trojans e worms podem infectar seu PC, roubar dados, encher a máquina de spams. Isso não só atrapalha totalmente sua navegação, mas também pode dar o controle dela a um hacker mal-intencionado.
A novidade é que ele, atualmente, esse tipo de ameaça está deixando de acompanhar apenas alguns programas e sites especiais, passando também para redes sociais como o Facebook e aparelhos portáteis, como os que rodam Android. Desse modo, nem mesmo um bom antivírus é capaz de proteger alguém de todos os perigos.

O bom e velho Windows XP

A era dessa versão do sistema operacional da Microsoft acabou. Por mais simpático, veloz, fácil de usar e barato que ele seja, o Windows XP já “deu o que tinha que dar” – tanto que já está até com a data de validade cada vez mais próxima e já foi ultrapassado pelo Windows 7.
O problema com ele é a segurança: a proteção nessa versão é muito menor do que nos modelos com Vista ou 7, que possuem aplicativos compatíveis e sistemas próprios do Windows que nunca serão incluídos no XP. Técnicas mais avançadas de invasão, portanto, tem muito mais chance de darem certo nessas máquinas.

Computadores compartilhados

Locais como lan houses, shoppings, bibliotecas, colégios e hotéis contam com uma série de computadores com internet e até alguns joguinhos. Mas não caia nessa propaganda e só os utilize em situações de emergência.


Você não sabe se apenas pessoas bem intencionadas mexeram na máquina antes. Além de inúmeros malwares que não foram colocados lá por você, esse tipo de PC pode contar com um keylogger externo ou outras táticas de invasão que podem roubar seus dados em um piscar de olhos. Além disso, muitos deles ainda rodam Windows XP – o que é mais um motivo para deixá-los de lado.

Wi-Fi aberto

Esse perigo pode estar até em sua casa, caso você more em um apartamento ou sua conexão alcance um terreno fora da residência. Ao não proteger sua conexão, seus dados ficam igualmente livres até para hackers amadores que acessarem a internet pelo mesmo ponto de acesso. Navegar em sites criptografados (que utilizam HTTPS e não são muitos) é o único jeito mais seguro, caso você não coloque uma senha na rede.

O temido man-in-the-middle

O man-in-the-middle é um formato de ataque perigoso e difícil de ser detectado, já que tenta mostrar ao seu computador que está tudo correndo normalmente. Ele é capaz de roubar seus dados ao introduzir um site malicioso entre sua navegação segura, fazendo sua máquina mandar dados para o local errado (no caso, para um hacker).

Mesma senha para tudo



Por pior que seja a sua memória, você nunca pode manter o mesmo código de acesso para emails, redes sociais, jogos online e bancos. Variar a senha (e escolher uma sequência segura) são essenciais, pois você nunca sabe quando um site do qual você participa e é cadastrado será invadido, expondo seus dados pessoais (incluindo as senhas) para qualquer um.

Phishing

Esta técnica de invasão o Tecmundo já discutiu, mas ela continua sendo um dos maiores perigos da internet. Ao falsificar o site de bancos, companhias aéreas ou redes sociais, os invasores fazem com que você envie nome de usuário, senha ou dados da conta-corrente para eles sem nenhum esforço.

O que eu posso fazer?

O Technology Review cita algumas dicas para você evitar ao máximo essas invasões:

  • Seja inovador e fique ligado nas novidades da segurança digital. Procure produtos e aplicativos inovadores, capazes de protegerem o PC das mais novas ameaças.
  • Esteja em alerta constante: saiba a origem do link ou programa que seu amigo mandou antes de clicar e escolha bem a sua senha.
  • Sempre tenha cópias em seu computador de documentos que você considera importantes, porém estão apenas na nuvem. Quem acessar suas contas podem deletar esses arquivos para sempre.


sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Dez Sugestões Para Manter Os Seus Filhos Protegidos Online



A tarefa de proteger as crianças é um desafio cada vez mais complexo. Há apenas alguns anos, os pais preocupavam-se principalmente com os perigos de "falar com estranhos" e com predadores online. Recentemente, a pesquisa do Berkman Center, sedeado na Universidade de Harvard, colocou os predadores online numa categoria de risco muito inferior; no entanto, ainda existem muitos riscos sobre os quais temos de educar os nossos filhos. Esses riscos podem ser categorizados em três grupos.

Cibercrime

A primeira categoria é o cibercrime ou as ameaças provocadas por estranhos por motivos financeiros. Quer seja na forma de vírus informáticos, Cavalos de Tróia, ataques de phishing ou spam de mensagens de correio eletrônico, o cibercrime, continua a crescer e a mudar todos os anos. É muito importante que os pais acompanhem os diferentes tipos de ameaças. Isto pode ser desencorajante, especialmente se achar que não sabe muito sobre tecnologia ou se não souber onde procurar ajuda. Felizmente, existem vários passos que pode tomar para manter o cibercrime, em todas as suas formas, longe do seu computador, da sua rede doméstica e das informações da sua família. Siga estas sugestões e transmita-as aos seus filhos.

1. Utilize uma solução de segurança para a Internet, como o Norton 360 ou o Norton Internet Security, em todos os seus computadores. Utilizar um simples antivírus já não é protecção suficiente. Precisa de uma firewall completa, anti-spyware e outras protecções que a solução lhe pode dar.

2. Mantenha a sua rede doméstica segura, com uma boa palavra-senha e definições de segurança.

3. Aprenda a não clicar em hiperligações, a não responder a anúncios e a não abrir mensagens de correio electrónico, quando são enviadas por alguém que não conhece ou que parecem suspeitas. Perca alguns minutos para telefonar ao seu amigo ("Foste tu que publicaste aquela hiperligação?"), digite o URL do seu banco ou mostre senso comum não caindo nesses truques de engenharia social.

4. Utilize uma boa palavra-senha (única e complexa) em todas as contas e dispositivos. As duas palavras-passe mais importantes são as da sua rede social e a da sua conta de correio eletrônico. Se um hacker conseguir o controle da sua conta de rede social, pode enviar spam para os seus amigos. Se tiver controle sobre a sua conta de correio eletrônico, pode alterar a palavra-senha em todas as outras contas, utilizando a hiperligação universal "esqueci-me da minha palavra-senha".

5. Fale com os seus filhos sobre como evitar o cibercrime. Têm que ser tão cautelosos como você. Também é importante que saibam que podem falar consigo quando cometem um erro online, como acreditar num alerta de scamware e transferir algo perigoso para o computador. Muitas crianças sabem o suficiente para perceber quando transferiram um vírus, mas poucas têm a confiança necessária para admitir o erro aos pais.

Cyberbullying

A segunda categoria são os perigos a que os seus filhos podem estar expostos devido às pessoas que os conhecem. Normalmente, isto significa cyberbullying, o perigo online mais comum ao qual as crianças estarão expostas. As estatísticas variam, mas pelo menos 20 por cento das crianças irá receber mensagens de assédio, ódio ou com insultos através das redes sociais, do correio eletrônico, de mensagens instantâneas, vídeos e textos.

Curiosamente, ao contrário do tipo de bullying mais tradicional, o ciberbullying permite que os papéis se invertam quase instantaneamente. A vítima pode tornar-se a agressor simplesmente ao responder a uma mensagem de correio eletrônico má com outro ataque verbal.

Há muito trabalho a fazer nas nossas escolas e comunidades online para promover o civismo e a amabilidade online. Também temos que promover as respostas apropriadas para quando uma criança é confrontada com cyberbullying. Uma excelente fonte de informações sobre todas as formas de bullying pode ser encontrada em http://www.stopbullying.gov/ e especificamente sobre cyberbullying em http://www.cyberbullying.us/.

6. Aconselhe os seus filhos a nunca partilharem palavras-senha, nem mesmo com um amigo próximo. Se já o tiverem feito, devem alterar a palavra-senha.

7. Ensine os seus filhos a terminarem a sessão nos computadores quando terminarem os trabalhos de casa, mesmo em casa. Assim impedem que um amigo ou irmão publiquem algo ou enviem algo por correio eletrônico na sua conta, mesmo que seja uma piada.

Se o seu filho for vítima de cyberbullying, ensine-o a não responder, a guardar uma cópia de todas as mensagens e a comunicar a situação à escola ou ao website. Se as mensagens incluírem ameaças, comunique o fato à polícia. Se comunicar o ciberbullying à escola, certifique-se de que segue o caso pessoalmente e que pede um plano escrito de como a escola irá responder ao problema. A maioria dos estados tem leis contra esta forma de abuso e as escolas têm a obrigação de tratar deste problema assim que lhes é comunicado.

Reputação online

A terceira categoria de risco online é o mal que provocamos a nós mesmos. Isso pode ter muitas formas, incluindo sexting (enviar conteúdo sexual por fotografia, vídeo ou mensagem de texto), publicar informações ou imagens privadas, embaraçosas ou controversas ou até mesmo negligenciar a configuração das definições de privacidade.

Sexting é sem sombra de dúvidas algo em que não queremos que os nossos filhos se envolvam. As leis de pornografia infantil, entre outras, podem exigir que os professores, pais e as autoridades participem, se tomarem conhecimento dessas mensagens. As crianças pensam que estão partilhando essas imagens numa relação privada, mas muitas vezes o destinatário partilha as imagens, por várias razões. Talvez porque a relação acabou, talvez o destinatário esteja se gabando aos amigos ou talvez um amigo veja as mensagens no telefone e as reenvie para outras pessoas. (Mais uma razão para colocar uma palavra-senha em todos os dispositivos!)

"Reputação online" é um termo para todas as informações disponíveis sobre si na Internet, quer seja por pesquisa ou visualizando o seu perfil numa rede social. Esse retrato composto de si é como um perfil digital que conta uma história que distorce os fatos reais sobre si. Ouvimos falar muitas vezes de jovens que destroem o seu futuro acadêmico, profissional ou romântico com publicações estúpidas, fotografias de bebedeiras enquanto menores ou inscrições em grupos online controversos.

A questão da privacidade na Internet é uma preocupação cada vez maior para muitas pessoas. Cada um de nós tem que dar os passos necessários para manter as suas informações pessoais seguras, protegendo as contas online, limitando as informações que publicamos em fóruns públicos e desistindo de serviços não utilizados ou não pretendidos. As nossas vidas estão a ser publicamente documentadas a um nível que é cada vez mais desconfortável. Faça uma pesquisa online do seu próprio nome e vai encontrar a classificação da sua corrida dos 10.000 metros, as informações da hipoteca da sua casa e as informações com tag da sua rede social. As informações privadas podem ser utilizadas de formas irritantes e prejudiciais, por isso, compensa cada vez mais prestar atenção às questões de privacidade e transmitir os bons conselhos e hábitos aos seus filhos.

8. Utilize as definições de segurança e privacidade na sua rede social e em todas as contas para limitar o acesso aos conteúdos que publica.

9. Saiba mais sobre as definições de limitação de acesso para os telefones, dispositivos de jogos, tablets e todos os computadores. Uma excelente ferramenta é o Norton Online Family, gratuito para PC e Mac.

10. Fale com os seus filhos regularmente sobre como utilizar a tecnologia. Defina as regras e limites e fale com eles sobre a tecnologia. Saiba mais com "A conversa," e tenha uma conversa anual com eles ou sempre que introduzir nova tecnologia na vida familiar.


Por Marian Merritt

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Suas Fotos Online Podem Levar Os Ladrões Até A Sua Porta. Intercepte-os Agora Mesmo




Os sites de mídia social facilitaram muito o upload de fotos digitais. É muito fácil. E, depois, a melhor parte é ler os comentários de seus amigos. Mas infelizmente, ladrões e golpistas estão também encontrando oportunidades através de suas fotos.

Como? Conheça a Geo-Tag. As Geo-Tags adicionam identificações geográficas a várias mídias, como vídeo, torpedos e sites, mas são mais usadas para fotos. Essas pequenas informações são incorporadas às fotos digitais e informam onde a foto foi tirada, através do fornecimento de coordenadas de latitude e longitude; elas podem também fornecer informações de altitude e direção. Como sempre, os criminosos encontraram uma forma de explorar essas informações aparentemente inocentes.

Juntamente com o carimbo de data e hora das fotos, os criminosos podem usar as geo-tags para descobrir onde você mora e qual é a sua rotina diária. E, se as suas fotos mostrarem também joias diferentes ou equipamentos eletrônicos valiosos, os bandidos podem usar essas informações para chegar até eles. 

Você então não deve mais publicar fotos? Deve passar a viver como um eremita? Mudar para uma caverna? As respostas são obviamente "não", a menos que isso seja o que você deseja.

Clique duas vezes para derrotar os criminosos
Com algumas ferramentas simples, você pode continuar a compartilhar as fotos de suas férias com sua família e amigos e se manter seguro durante esse processo. 

O principal truque é excluir as geo-tags das suas fotos antes de fazer o upload delas. Os usuários do iPhone podem instalar um app chamado deGeo. Para os usuários de telefones Android, o Geo-Eraser elimina as marcas de localização das suas fotos digitais.

Se seu telefone for equipado com GPS, ele inserirá dados de localização nas meta tags das suas fotos digitais. Então, você terá o mesmo problema. Nesse caso, um programa chamado JPEG and PNG Stripper pode limpar todas essas informações das suas fotos.

O X-Pire é outra ferramenta que você pode usar para se proteger. O X-Pire permite colocar uma data de expiração nas suas fotos. Dessa forma, você fica mais livre para publicar suas fotos onde desejar. Quando chegar a data de expiração, elas automaticamente desaparecerão da sua publicação, enquanto que a original ficará intocada. 

É claro que não custa ficar atento. Considere seu público antes de publicar as fotos. Se você estiver recebendo comentários de pessoas desconhecidas, talvez seja necessário melhorar suas configurações de segurança online. Isso é um procedimento muito simples em sites sociais como o Facebook. Suas informações serão ocultadas e você ficará protegido dos criminosos. 

Digamos que você tenha feito tudo isso, mas talvez precise garantir que suas fotos não desapareçam. Aqui estão algumas dicas para ajudar você a evitar que suas fotos digitais "criem asas e saiam voando".
Como manter os erros mais simples longe das suas preciosas fotos digitais
Se você é como a maioria das pessoas, suas fotos digitais vão se acumulando no disco rígido do seu computador. Apesar de isso não ser exatamente um problema, isso pode causar problemas quando seu computador travar. Para aqueles que estão acostumados com a tela azul do pânico, algumas táticas simples podem manter suas preciosas fotos seguras e protegidas.

O que fazer? Faça cópias e salve-as em lugares diferentes, tanto em casa como online. Quanto mais importantes forem as suas fotos, mais estratégico você deve ser em relação à criação de seus backups. É claro que essa recomendação se aplica a tudo aquilo que não pode ser substituído.

Garanta que todas as suas fotos valiosas estejam incluídas em backups seguros.Norton 360 cria backups locais automaticamente em um disco rígido externo. Além disso, ele também protege seu computador contra vírus e outras ameaças. 

Porém, se todos os seus backups estiverem em um único local, você não estará protegido no caso de roubos, incêndios ou terremotos. Para proteger suas fotos totalmente, faça um backup online, usando um serviço de backup online como o Norton Online Backup . Esta é uma ótima solução se você não tiver o Norton 360.

Considere também fazer o backup de suas fotos em DVDs e CDs (CD-R) vazios. Antes de fazê-lo, no entanto, lembre-se de que DVDs compactam mais informações do que CDs. Manchas e imperfeições podem ter um grande efeito na sua capacidade de recuperar suas fotos do disco. Nesse caso, o CD é uma opção melhor. Independente de qual mídia você usar, armazene-a na posição vertical, longe do calor e da luz direta do sol. Lembre-se também de usar CD-Rs em vez de CD-RWs regraváveis, para evitar a gravação acidental por cima das suas fotos.

A lição de hoje é: quando o assunto for fotos, tome as medidas necessárias para protegê-las e para proteger a si mesmo. Com alguns programas inteligentes você mantém suas fotos e sua propriedade seguras e protegidas.


quarta-feira, 6 de abril de 2011

7 Coisas que Você não Sabia Sobre Vírus


As maiores pragas virtuais do mundo

Você se considera um verdadeiro mestre em segurança digital? Mesmo que a resposta seja “sim”, há muito sobre vírus e outros malwares (clique aqui e saiba tudo sobre esse e outros termos) que pouca gente conhece. Por isso, está na hora de conferir este artigo que o Tecmundo preparou para explicar a você, um pouco mais sobre esse curioso (e perigoso) mundo das pragas virtuais.
Confira as nossas dicas para conhecer um pouco mais sobre os arquivos maliciosos e saiba também que nem sempre basta possuir um antivírus atualizado e um firewall poderoso para estar completamente livre de ameaças.

1.  Infecções não acontecem só com os outros


Não é difícil encontrar quem ache que as pragas virtuais só atingem os computadores dos amigos. Infelizmente isso é não é verdade, pois, como sabemos, todas as máquinas estão igualmente sujeitas a invasões ou contaminações. Por isso, é necessário que exista uma conscientização por parte dos usuários em relação às formas de utilização. Pode-se dizer até que alguns dogmas devem ser deixados de lado.


2.  Mac e Linux também possuem vírus

Se você não utiliza o sistema operacional Windows, pode ficar um pouco mais tranquilo, mas isso não significa que descuidar completamente dos perigos existentes na internet é uma boa ideia. Dizer que o Mac OS X é invulnerável deixou de ser verdade há alguns anos. O mesmo se aplica às diversas distribuições do Linux, que podem ser muito estáveis, mas mas não são indestrutíveis.
Estima-se que aproximadamente 99% de todos os códigos maliciosos encontrados na internet foram criados para atingir o sistema operacional da Microsoft. O principal motivo para isso é a parcela de mercado ocupada pelo software (mais de 90% em todo o mundo), o que incentiva os crackers a encontrarem formas de burlá-lo.

Macs também são vulneráveis

É preciso lembrar que usuários maliciosos são movidos por seus egos. Quanto mais visível estiver o trabalho deles, mais satisfeitos ficam. Por isso há menos “glamour” em criar vírus ou outros malwares para os sistemas Mac e Linux. Com a crescente popularização destes, os perigos aumentam na mesma proporção.

Vulnerabilidades variam em cada SO


Como todos os sistemas operacionais são criados com suas próprias linhas de comando e outras peculiaridades, suas falhas também são únicas e não são repetidas em outros programas. Sabendo disso, ficam claros os motivos para que os vírus criados para Windows não sejam ameaças para outros sistemas operacionais.

3.  Malwares vivem em ecossistemas


Pode parecer que os vírus são apenas arquivos sendo executados isoladamente, mas a verdade é outra. Vírus, trojans, worms e outros malwares trabalham de maneira complementar nos computadores. Por exemplo: um trojan armazenado em uma máquina pode ser ativado para que uma porta seja aberta. Assim, outras pragas podem entrar ou um cracker pode assumir o controle.
Outro tipo de invasão que ocorre com frequência pode ser exemplificada da seguinte maneira: arquivos maliciosos desativam apenas setores de firewalls, assim os computadores não emitem alertas de desativação da proteção residente e os crackers podem infectar os discos rígidos com mais vírus.

Eles vêm de muitos lugares


Já não é mais possível pensar que os vírus só são encontrados em páginas de conteúdo adulto ou ilegal, pois eles estão em todos os lugares. Hoje, um dos maiores disseminadores de pragas virtuais são os pendrives. Em faculdades, escolas ou empresas, pendrives são "espetados" em máquinas infectadas e assim começa uma "epidemia".

Infecções por pendrives

Não podemos nos esquecer dos emails contaminados, frutos de contas invadidas ou listas de contatos perdidas. Com eles são repassados milhões de arquivos ou links infectados, todos os dias. Ressaltamos: é extremamente importante tomar cuidado com todos os tipos de mensagens abertas e mídias inseridas nos computadores.

4.  Computadores podem ser zumbis


Pois é, você não leu errado. Há um tipo de praga virtual conhecido como botnet, que transforma os computadores infectados em computadores zumbis. Essas máquinas podem ser controladas remotamente por crackers que desejam retransmitir informações para servidores remotos ou para despistar possíveis rastreios em casos de invasão de computadores ou sistemas.

5.  Phishing é a nova ameaça


Depois do famoso vírus “I Love You”, surgiu uma enorme gama de novos malwares que também traziam nomes atraentes, o que estimulava os usuários a clicarem em emails contaminados. Hoje os arquivos maliciosos vivem um período semelhante, mas a onda do momento é a prática do Phishing.

Fonte da imagem: Symantec

É necessário tomar muito cuidado, pois esses arquivos maliciosos são distribuídos disfarçados, geralmente com um design muito parecido com o original. É muito comum que usuários mal-informados acabem clicando sobre os links que redirecionam para endereços infecciosos. Lembre-se sempre de que bancos jamais enviam emails com links para alteração de cadastro ou informações parecidas.

6.  Não é recomendado possuir mais de um antivírus


Pode parecer que utilizar dois softwares de proteção contra vírus é uma ótima ideia, mas a verdade é justamente o oposto. Em vez de duplicar a proteção, há dois problemas muito grandes que são originados com essa prática. O primeiro deles é a possibilidade do surgimento de conflitos entre os aplicativos, resultando em brechas no sistema.
O outro é menos prejudicial para os sistemas operacionais, mas também pode incomodar bastante. Devido ao grande volume de informações sendo computadas, há uma sobrecarga da memória RAM e também do processador, o que pode originar lentidão nas máquinas e até mesmo alguns travamentos, dependendo do caso.

Há como verificar arquivos online


Você já teve a sensação de estar com o computador infectado? Depois de varrer todo o computador, o seu antivírus disse que não há problemas e mesmo assim você ainda teme pela segurança da máquina? Então está na hora de conhecer algumas ferramentas online que garantem uma segunda opinião para seu sistema.

Análises online

Com softwares de varredura online, é possível realizar uma verificação completa em seu computador, incluindo discos removíveis. Mas se a sua vontade é saber sobre algum determinado arquivo, a melhor escolha é o VirusTotal. Essa ferramenta (utilizada pelos analistas do Baixaki) verifica arquivos de até 100 MB com todos os principais antivírus da atualidade.

Atualizações são úteis


Você sabe para que servem as atualizações? É muito simples: quando um programa é desenvolvido, ele é criado com as aplicações de segurança necessárias para que os usuários sejam protegidos. O problema é que surgem novos arquivos maliciosos e então é necessário que as desenvolvedoras criem melhorias em seus sistemas: são as atualizações.
Isso não vale apenas para os antivírus, mas também para outros programas, principalmente aqueles que possuem conexão com a internet. Atualizando os aplicativos, você está evitando que várias brechas de segurança fiquem expostas em seu computador.

7. O melhor antivírus é você


Isso não deve ser novidade, afinal de contas, todas as dicas que demos neste artigo são relacionadas a cuidados na utilização. Mesmo assim, vamos ressaltar alguns pontos muito importantes. De nada adianta possuir antivírus poderosos se o usuário não os atualiza sempre que preciso. Também não adianta um firewall se não há cuidados com cliques.

Todo cuidado é pouco

Não é exagero dizer que nós somos os únicos antivírus realmente confiáveis que existem. Lembre-se sempre de seguir os passos de segurança para que você possa navegar tranquilamente pela internet. Mantenha sempre seus aplicativos atualizados e tome cuidado com o que visita. Sendo consciente, é muito difícil ser infectado (clique aqui para conhecer os piores hábitos que podemos ter na web)