Pesquisar este blog

Mostrando postagens com marcador orçamento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador orçamento. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 26 de março de 2012

Paródia Pornô de Star Wars é o Maior Orçamento do Cinema Para Adultos


Enquanto a indústria cinematográfica de Hollywood aproveita o bom momento das adaptações de histórias em quadrinhos e alguns remakes, o cinema pornô mostra criatividade ao criar paródias. Depois de trazer uma versão para adultos de “Tomb Raider”, “Batman” e até mesmo de “Os Simpsons”, chegou a hora de uma das obras mais icônicas da sétima arte ganhar uma edição pornográfica.
Porém, engana-se quem pensa que “Star Wars XXX: A Porn Parody” é uma simples piada barata com o clássico de George Lucas. O título é considerado uma das produções mais megalomaníacas de todo o segmento, tendo não apenas o maior orçamento — valor que não foi divulgado —, mas também a maior aceitação do público.

 
(Fonte da imagem: Reprodução/Vivid)

Em entrevista ao site Vice, o diretor do longa-metragem, Axel Braun, afirmou que o filme vendeu mais de 20 mil unidades em apenas 48 horas — um marco e tanto para um segmento que concorre com as infinitas páginas que oferecem material semelhante na internet de maneira gratuita. Não é de se estranhar que ele pense fazer uma trilogia erótica, inspirada nos acontecimentos de “O Império Contra-Ataca” e “O Retorno de Jedi”.
Não é difícil entender o porquê do sucesso de “Star War XXX: A Porn Parody”. O filme, lançado em janeiro, reproduz com fidelidade o aspecto visual da série cinematográfica original e consegue trazer algumas referências que agradam até mesmo ao fã mais conservador — isso sem falar que a Princesa Leia sempre foi uma fantasia para muitos nerds.
Talvez o único problema da paródia sejam as cenas explícitas com o Chewbacca.

Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/mega-curioso/21025-parodia-porno-de-star-wars-e-o-filme-com-maior-orcamento-do-cinema-para-adultos.htm#ixzz1qEPV1Nif
 

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Dicas da PROTESTE na Volta às Aulas

Saiba como escolher material escolar, uniforme, livros didáticos e transporte escolar sem comprometer o orçamento.


Nessa volta às aulas, a Associação de Consumidores PROTESTE dá dicas para que os gastos com material escolar, livros didáticos, uniforme e transporte escolar pesem menos no orçamento familiar. As sugestões se referem à qualidade, segurança, preço e condições de pagamento.

Uniforme - As escolas não podem obrigar os pais a comprar o uniforme no próprio estabelecimento de ensino. Ou indicar uma determinada loja para a compra do uniforme, se o mercado em geral comercializar o produto.

Além disso, a escola deve informar qual o modelo de uniforme utilizado, assim como os locais onde pode ser adquirido. O fornecimento exclusivamente pela escola é considerado venda casada, o que é proibido por lei.

Material Escolar ­– Os pais devem pesquisar os preços em diversos pontos de vendas, como papelarias, depósitos, lojas de departamentos, entre outros. O material da "moda" ou o mais sofisticado nem sempre é o de melhor qualidade ou de melhor preço, por isso é melhor não levar os filhos na hora da compra, para evitar “pressões”.

Na impossibilidade de comprar cada item em estabelecimentos diferentes, a saída é pesquisar a lista como um todo. Antes de comprar, deve-se verificar quais os produtos do ano anterior, em bom estado, podem ser reaproveitados. A escola não pode exigir a aquisição de produtos de uma determinada marca ou local específico.

Livros Didáticos – Normalmente, custam mais do que todos os demais itens do material escolar. Portanto, é importante comparar preços em mais de uma livraria. Os pais não são obrigados a comprar os livros na escola, nem na livraria indicada.

Transporte Escolar – É o item mais relevante em termos de segurança dos alunos e pais. Além de exigir a apresentação do alvará de circulação, os pais devem avaliar as condições de conservação e segurança do veículo, pedir referências e orientar as crianças para prestarem atenção à conduta do motorista no trânsito. E, obviamente, ler com cuidado cada item do contrato e das condições de pagamento.

Preço e condições - A PROTESTE sugere que, na hora da compra, se avalie a qualidade, o preço e as condições de pagamento de produtos similares, que também atendam às necessidades escolares, com economia. Produtos com características de brinquedos podem distrair a atenção da criança, prejudicando o seu desempenho. O material escolar é instrumento de trabalho para o aprendizado, portanto deve ser adequado à finalidade a que se destina.

Itens do Material

Na escolha dos cadernos, é importante avaliar a impressão das linhas e margens, e se não há dobraduras ou rugas. Cadernos de capa dura são mais resistentes, mesmo que mais caros. Nas réguas, esquadros e compassos, deve-se conferir se a escala e os números são legíveis, e se não há rebarbas, lascas ou ferrugem. As borrachas têm de ser apropriadas a lápis ou canetas. Deve-se evitar as coloridas, de formatos diferentes e com aromas, que podem induzir as crianças mais novas a comê-las.

O apontador não deve apresentar manchas nem sinais de ferrugem. Deve ser testado antes de comprar. O lápis mais adequado para a escrita é o número 2. Ele não deve ter amassados, lascas ou ranhuras.

Na compra da caneta, a carga de tinta deve estar completa, e sem vazamentos. Também é aconselhável experimentar o produto. Massas para modelar, giz de cera, cola, tintas têm de ser atóxicos. Para isso, é preciso ler atentamente a composição do produto, bem como as instruções ou recomendações de uso e a facilidade de limpeza (mãos, cabelos, roupas, toalhas etc.).

Concluída a seleção do material, vale a pena negociar desconto ou melhores condições de pagamento. E exigir sempre a nota fiscal, tíquete do caixa ou cupom do ponto de venda (CPV), pois são fundamentais se houver necessidade de troca.


Mais informações: Assessoria de Imprensa da PROTESTE
Jornalista responsável: Vera Lúcia Ramos e Rafael Ramalho (Estagiário)
Telefones (11) 5085- 3590 ou (21) 9419- 8852

terça-feira, 12 de julho de 2011

Plano de Saúde Tem Reajuste de 7,69%

Para PROTESTE consumidor será penalizado com pagamento de retroativo devido a demora da Agência Nacional de Saúde em divulgar o índice de plano individual.


Com atraso de dois meses, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) divulgou finalmente hoje (8) o índice máximo de 7,69% para o reajuste anual dos planos de saúde. Para a PROTESTE Associação de Consumidores o consumidor cuja data de reajuste anual é maio será penalizado porque terá que pagar a mensalidade acrescida dos valores retroativos até outubro.
O consumidor terá que preparar o bolso, pois o índice ficou além da inflação do período. O reajuste vale para 8 milhões de consumidores que tem planos de saúde médico-hospitalares individuais e familiares contratados a partir de janeiro de 1999 ou adaptados à Lei nº 9.656/98. No ano passado o índice havia ficado em 6,73%, mas com a entrada de novo rol de procedimentos com atendimentos antes não cobertos, as operadoras pleiteavam índice bem maior para este ano.

O índice de reajuste autorizado pela ANS pode ser aplicado somente a partir da data de aniversário de cada contrato, com a permissão de cobrança do valor retroativo caso a defasagem seja de no máximo quatro meses.

A ANS criou um Grupo Técnico em 2010 para estudo de um novo modelo de reajuste da qual a PROTESTE faz parte, mas as discussões ainda estão em andamento. Também integram o grupo além de representantes de consumidores, prestadores de serviços, operadoras.
Está em debate uma fórmula capaz de medir a variação de custos, levando-se em conta a necessidade de um índice que contemple a heterogeneidade do mercado e que, principalmente, aumente a eficiência do setor, podendo estar associado à qualidade dos serviços oferecidos ao consumidor.
Veja a abaixo simulação de reajuste de um plano de saúde com aniversário em maio e mensalidade de R$100,00: