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terça-feira, 13 de março de 2012

Será Que Vale a Pena Importar?

Será que vale a pena realizar importações particulares ou é melhor comprar produtos nas lojas nacionais?


Pensando em trocar de smartphone? Louco para comprar o novo PlayStation Vita? Muita gente está com as mesmas vontades que você, mas não as coloca em prática por causa dos custos gigantescos que envolvem a compra de novos produtos. É nesse momento que uma dúvida surge na cabeça de todo mundo: Será que vale a pena importar? 

Os preços que encontramos na internet são tentadores, mas às vezes nos esquecemos de que existe uma série de taxas que devem ser levadas em consideração. Vamos ver alguns dos fatores que mais influenciam as compras em outros países, para saber quando realmente é vantajoso fazer as compras em lojas estrangeiras.

Nada melhor do que comprar pessoalmente
É inegável que os valores cobrados por lojas norte-americanas são muito mais baixos que os oferecidos no Brasil. Mas se alguém perguntar se vale a pena ir até os Estados Unidos para comprar um aparelho eletrônico, algumas questões devem ser levantadas. Se você já está viajando e pode aproveitar para comprar algo, não há dúvidas de que isso deve ser feito.

Mas se você está pensando em viajar apenas para fazer a compra, talvez os gastos não compensem a ida – obviamente, custos de passagem e hospedagem ultrapassam qualquer taxa de importação. Novamente, ressaltamos que se a viagem já estiver programada (seja ela de turismo ou negócios), vale a pena guardar um pouco de dinheiro para gastar nos Estados Unidos.

Legislação para bagagem acompanhada
Existem algumas normas que devem ser respeitadas para que as compras realizadas no exterior não sejam taxadas. Somente um produto de cada tipo pode ser trazido para o Brasil, mais do que isso pode ser caracterizado como “importação para revenda”, o que é taxado. A soma dos produtos também não pode ultrapassar US$ 500, pois há multa sobre o excedente. Neste infográfico, você pode ter mais detalhes sobre o assunto.

Compras pela internet
Comprando pela internet (ou qualquer outro meio que envolva o envio direto dos produtos entre norte-americanos e brasileiros), você deve levar em consideração algumas outras questões. Impostos e cobranças de envio são algumas dos principais responsáveis pelo aumento no custo dos produtos.

Por exemplo: um smartphone que custe 100 dólares em uma loja americana, será enviado para o Brasil com o custo de US$ 100 somados aos US$ 40 do frete (valores hipotéticos). Ao ser parado na alfândega, será taxado em 60% (Imposto de Importação) e depois em mais 18% (ICMS, valor para o estado de São Paulo).

Ou seja, serão 60% sobre os 140 dólares (as taxas são cobradas sobre o valor de produto e frete somados), que resultam em 224 dólares. Sobre esse novo valor, ainda será aplicado o ICMS, gerando um total de 264 dólares (461 reais, baseado na cotação do dia 6 de março de 2012). Depois, na fatura do seu cartão de crédito, ainda será cobrada uma taxa de 8% de IOF sobre o valor das transações originais (sem a aplicação dos impostos de importação).

Isenções fiscais
Segundo o site da Receita Federal (Regime de Tributação Simplificada), há alguns produtos que não precisam ser taxados. Isso envolve as remessas postais de até 50 dólares (desde que remetente e destinatário sejam pessoas físicas) e medicamentos, livros, revistas e jornais impressos em papel, que são isentos de qualquer taxação.

Os custos das lojas brasileiras
Comprar produtos eletrônicos no Brasil envolve muito mais taxas do que você imagina. Não existem apenas os impostos citados anteriormente somados às margens de lucro das lojas. São impostos além de II (Imposto de Importação) e ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços).

São eles: IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), COFINS (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social), PIS (Programa de Integração Social), frete e serviços de terceiros (que incluem o pagamento de despachante aduaneiro e seguro, por exemplo).

Depois de tudo isso, ainda existem os custos de manutenção de loja física (aluguel, salário de funcionários, impostos, luz, água, telefone e várias outras contas) e as margens de lucro dos lojistas. Como você pode ver, há uma enorme quantidade de fatores que contribuem para que os valores dos produtos brasileiros sejam tão caros.

Lojas oficiais X vendedores autônomos
Para o infográfico que ilustra este artigo, utilizamos apenas preços obtidos em lojas oficiais. Ou seja, utilizamos canais como Best Buy, Apple Store e Nike Store para encontrar os valores dos produtos. Em pesquisas em outros locais, como o eBay, é possível que os produtos sejam encontrados com valores mais baixos (o que torna mais vantajosa a importação).

Mas é preciso tomar alguns cuidados especiais antes de comprar qualquer produto pela internet. Certifique-se de que a loja ou o vendedor possui boa reputação e opte por métodos de envio legalizados. Dessa maneira, será possível retornar a mercadoria em caso de desaprovação, assim como será mais fácil recuperar o dinheiro, caso ela não seja entregue.

Ponto de Vista Eletrônico

Como você pode ver, há uma série de fatores que influenciam diretamente nos gastos que cada consumidor vai ter com os eletrônicos. Por isso, pense bem antes de optar por comprar o seu novo video game no Brasil ou nos Estados Unidos. 

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Justiça Federal Condena Marcos Valério Por Sonegação e Falsificação


O empresário mineiro Marcos Valério Fernandes de Souza, um dos acusados de participação no esquema do mensalão, foi condenado a nove anos e oito meses de prisão por crimes de sonegação e falsificação de documento público. O total sonegado, segundo a acusação, é de R$ 90 milhões.
Seus advogados disseram que vão apelar ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região, em Brasília. O juiz federal de Belo Horizonte que decretou a prisão condenou também Cristiano de Mello Paz e Ramon Hollerbach Cardoso, que eram sócios de Valério da agência de publicidade SMP&B.
Essa é a primeira condenação de Valério decorrente das investigações do mensalão e a segunda em função de crimes cometidos pelo lobista para favorecer grupos políticos. No ano passado, Valério e Paz foram condenados a penas de seis anos e dois meses e de quatro anos e oito meses, respectivamente, por crime contra o sistema financeiro. Nos dois casos, eles recorrem das sentenças em liberdade.
Em dezembro, o empresário foi detido por conta de outra acusação, de irregularidades na compra de terras no interior da Bahia. Ele ficou quase duas semanas preso em Salvador.
Falsificação de documentos
Na mesma decisão, Valério e os ex-sócios também foram considerados culpados por falsificação de Autorizações para Impressão de Documentos Fiscais (AIDF”s), documentos emitidos pelas prefeituras de municípios onde as empresas têm sede.
O advogado Marcelo Leonardo, que defende Marcos Valério, disse que seu cliente é vítima de perseguição desde o escândalo do mensalão, e que não houve falsificações e sim retificação das declarações dos réus e que estas seriam prova da tentativa de regularizar a situação. “Há má vontade com os acusados. Dever tributo não é crime, sonegar informação, sim”, afirmou o advogado,
Na sentença, o juiz substituto da 11ª Vara Federal de Belo Horizonte, Henrique Gouveia da Cunha, entendeu que as retificações são “confissões” das fraudes. ”A retificação constitui, isto sim, confissão das fraudes fiscais anteriormente encetadas para se lograr a sonegação obtida, e só se deu quando os acusados tinham certeza plena de que seriam, juntamente com a SMP&B, alvo de intensa fiscalização tributária e investigação na esfera penal”, escreveu.
Com informações do Valor Econômico, O Globo e O Estado de S. Paulo

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Campanha do Preço Justo !!!

Assistam esse vídeo, depois deixem seus comentários sobre o assunto.






Ponto de Vista Eletrônico

Galera , ai ta uma pequena amostra de tudo que acontece no nosso pais, vamos ajudar a mostrar nossa indignação, acesse esse site http://www.precojustoja.com.br/ se cadastrem e vamos nessa luta contra esse sistema incompetente e injusto.